segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Yeah, it's just a...phase!!

Percebendo as fases, os picos e os declínios do meu ser
Buscanco horizontes cada vez mais e mais distantes
Sincronizando as multicoloridas facetas de mim mesma
Cortando os pulsos, as horas e extrazavando as vontades
Buscando os plugs que conectem com o desconhecido...


Yeah, it's just a...phase!!

quinta-feira, 1 de maio de 2008

E-mails

Tantas coisas acontecem e às vezes não paramos pra digeri-las, enfim.
A um tempo atrás, um ano ou mais fui ao médico com uma amiga minha, pra nos vermos trocar idéias e tal. Conversamos sobre muitas coisas, rimos e jogamos conversa fora. A chamei pra sair, encher a cara e se desligar simplesmente de todos os protocolos de nossas rotinas. Ela como uma boa puritana, inocente ou inexperiente falou sobre sua aversão à álcool e que seu primeiro porre seria em sua formatura da faculdade.
Mas o tempo passa.
E nos "falando" por e-mails no trampo a chamei novamente pra ir no sr. rubens (buteco q frequento com um pessoal) e ela falou que queria muito encher a cara mas precisa ser gente ainda aquela noite por conta de seus trabalhos da facu.
Existem muito detalhes dentro desses miseros parágrafos acima, mas a questão é: eu também já passei por essa transformação e acredito que muitos senão todos. E quando é a hora de "crescer" e tomar os porres da vida? Todos bebem porque todos bebem ou porque todos nós precisamos beber sejam lá por quais motivos forem?
Será a bebida assim como as compras, jogos e tantos outros vícios uma fulga da realidade insana que vivemos.
Às vezes me cobro por não me dedicar mais a faculdade e "levar as coisas nas coxas" muitas vezes, mas são tantos os protocolos, tantos os deveres, tantas as responsabilidades, de se ter um bom emprego, uma boa faculdade, um bom lugar para morar, pagar as contas em dia, estar bem vestido............
Eu ouço músicas que eu não sei o que dizem, eu repito frases que não são minhas, mas até parece que são, vejo o horóscopo todas as manhãs à procura de uma boa notícia, eu visto roupas q nem sempre me caem bem mas eu gosto, eu (sempre) pinto as unhas de vermelho, eu amadureço a cada dia e procuro a insanidade constantemente, busco à mulher em mim que admito ainda não encontrei, eu amo e questiono o amor diariamente, assim como as amizades e todas as relações possíveis, sou mandona como toda ariana poderia ser, vaidosa mas nem tanto, queria jogar tudo pro ar e virar hippie, ficar mais hype às vezes preciso encher a cara e isso é uma constante em minha vida, asssim como ouvir música, estar com meu amor e amigos, abraçar minha sobrinha e babar com as novidades dela, ver minha mãe, me sentir segura em um lugar que não seja nem tão grande nem tão pequeno, porque a esse mundo infinito às vezes assusta.
Por isso dear friend, junte-se a mim e todos que estão em busca de algo e discutem e/ou criam teorias em mesas de bar, que depois de varios copos se abraçam, batem no peito e dizem: "cara você sabe que você é meu irmão, você sabe que eu te amo", que choram, que tem drs, que voltam relaxados e tranquilos para seus lares.
E como diz a boa e velha Alanis Morisette:
"But we're never gonna survive, unless...
We get a little crazy"

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Dormir pra quê



Dormir pra quê, se a insanidade permanece nos cantos obscuros da mente, dos sonhos e dos desejos. Se ele não supre o esgotamento físico e mental do dia-a-dia das síndromes criadas por essa sociedade "moderna" e hipocrondríaca?

terça-feira, 15 de abril de 2008

Um níver



Um níver tão esporádico quanto minhas postagens nesse blog,
Tão eloquente, radical e gentil como quem posta
tão confuso, macabro e acolher
tão alegre, confuso e embriago.
Meu níver de dois patinhos na lagoa.
Sem crises, juro
soh vontade de viver
e aproveitar
e beber
e se embebedor na cachada da vida
noturna
q nos reserva surpresas
q se mostra tão simples como realmente é
de uma vida q da saudade
mas q vicia
um niver com amigos
com chocolate
com anos 80
com gosto de quero
com huhuhuhuhuhuh
com fotos
brindes e carro quebrado
com furos e presenças
de quem se quer estar
de quem quer ficar
niver com a minha cara
do meu novo corte
com a cor do novo esmalte
tudo fluiu para ele
foi inédito
surpreendente
chocantre
foi tudo qto um ariano poderia querer
em um momento simplesmente
magnífio.

domingo, 9 de março de 2008


Posto sexta.
Faltou a do Jeff.
Dispiroquei. Tava precisando.
Bebemos, dançamos e curtimos.
Adoro.
Teve ateh Serginho.
Já quero mais.
Ser livre sempre,
soltar a alma, a franga e o espiríto.
Se sentir bem,
estar com alguém
que deseja estar também.

Bô te amo.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

É isso que dá...



É isso que dá, comer palhacitos logo cedo.
Eu e Bô hoje na marginal, o trãnsito ajudou para o bom humor.

"O amor é grande e cabe nesta janela sobre o mar. O mar é grande e cabe na cama e no colchão de amar. O amor é grande e cabe no breve espaço de beijar."
Carlos Drummond de Andrade

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Beautiful Day



Acordei e coloquei a música Destination Unknow do Alex Gaudino (tecnera) no celular pra começar em clima de festa, não me perguntem porque, só sei que foi assim. Coloquei mais umas músicas no pen pra trazer pro trabalho e trabalhar mais feliz. Conseguimos (eu e bô) pegar o busão das 7:10h que surpreendentemente não lotou e fui sentada lendo meu livro. Cheguei cedo e pude até parar para tomar um capuccino (grande) delicioso na Uno&Due antes de chegar. Beautiful Day resume bem meu dia té agora exatamente às 9:02h. Espero que continue assim.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Minhas idiossincrasias tão pessoais...

"A idiossincrasia é uma característica comportamental própria de um indivíduo ou grupo de indivíduos responsável pela interpretação de uma situação de acordo com sua cultura e formação.

Idiossincrasia vem do Grego ιδιοσυγκρασία, "um temperamento peculiar" "hábito corporal" (idios "próprio de si" e sun-krasis "mistura"). É definido como uma característica de comportamento ou estrutural peculiar a um indivíduo ou grupo."

Hoje, assistindo "Café filosófico" na cultura, ouvi um trecho de um poema do Drumond, do qual eu me recordava, na mesma hora me veio a lembrança de um dia de aula no 2º colegial, aula de história, com um professor que me adorava e do qual eu não me recordo o nome.
Nesse dia ele nos entregou uma folha com esse poema, e em dupla nos passou a tarefa e pensar sobre o poema e responder algumas questões.
Nunca consegui me desfazer daquela folha, tudo bem que guardo tudo o que é lixo, mas de tempos em tempos faço uma faxina básica. Hoje ouvi o poema, e na net achei esse vídeo. Incrível e sempre atual como o inesquecível Paulo Autran.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Meu carnaval


Depois de contar os dias, as horas e os minutos, saí do trampo meio sem saber o que fazer, queria ir ao cabelereiro, mas ninguém é de ferro e o bonito estava indo viajar, não sabia se tirava foto pra fazer o novo rg, faz queira tirar de cabelo novo, o que não seria possível, não sabia se ia para o sr. Rubens, mas as meninas iam só mais tarde, então teria que vir em casa primeiro o que me deixaria com muita preguiça. Assim, peguei o busão, pesquei no ombro do tiozinho do lado, e no ponto de descida my baby me liga e está do outro lado da rua a minha espera. Destino?
Mercado, açougue e dvds para mais tarde e pizza pq somos filhos de Deus neh?
Assim, sr. Rubens ficou pra la, e fiquei na companhia de Bô e Eu a Patroa e as crianças, ri d+.
Fiquei experimentando meu corretivo novo do Duda Molinos e me maquiei pra ficar em casa pode? Mas o Bô aprovou, comemos pizza e assistimos na tv Um sonho de liberdade (q eu nunca tinha visto) e não vi todo, pq capotei.
Hoje acordei cedo, com o sol já forte, tomei o sagrado e demorado banho, um café light e fui para o sofá assitir Cidade baixa e fazer as unhas.
Fomos para cozinha, Bô lava e eu cozinho, almoçamos e e fomos assitir o Últimos rei Escocês, que eu também não vi pq capotei, básico.
Qd vi, o sol se pôs, as luzes se ascenderam e mais um dia se foi.
Agora mãos a obra q o trabalho nos chama.

sábado, 26 de janeiro de 2008

As dores do mundo

Sem aceitar a dor, não encontramos a felicidade!
Eunice Ferrari


"Transforma as pedras que você tropeça nas pedras da sua escada".
Sócrates


A partir do momento que nos conscientizamos que as mudanças necessárias para o encontro com a felicidade estão dentro de nós, algo milagroso começa a acontecer. Mas apenas a conscientização desse fato não nos conduz à felicidade.

Decidimos concentrar nossos esforços em nós mesmos, e inevitavelmente nos deparamos com algo que está além de nós, de nossos limites.

A partir do surgimento do novo sentimento, da sensação de potência, de capacidade de mudança, reconhecemos nossa identidade e autonomia no controle de nossas vidas, mas de repente, quando olhamos de frente para ela, nos deparamos com nossas limitações.

Como lidar com a colheita daquilo que semeamos tempos atrás, ou mesmo em outras vidas? Como lidar com o inevitável? É chegada a hora de explorar nossos corações à procura de respostas e de mudanças efetivas, ao mesmo tempo que precisamos começar a aprender a semear uma nova vida a partir da consciência.

Existem algumas pessoas que acreditam que a felicidade se baseia na ausência de problemas e dificuldades, que somente podemos ser felizes em um mundo idealizado e perfeito.

Parece que somos educados no sentido de aprender que a vida deve ser feita apenas de coisas boas, que a dificuldades não fazem parte dela.

Não. Enquanto não entendermos que a dor e o sofrimento fazem parte da vida, enquanto não aceitarmos essa realidade, não atingiremos um estado de felicidade.

E mais. Enquanto não olharmos de frente para esses mesmos problemas e os encararmos com realidade, não conseguiremos nos libertar do sofrimento e da dor que eles nos acarretam.

Muitas vezes, na vida, enfrentamos problemas cuja resolução escapam de nosso controle, e nos sentimos impotentes diante de diversas situações. Mas por que resistimos tanto em aceitar a impermanência das coisas? Por que é tão difícil aceitar a nossa dor? Por que não conseguimos deixar de sofrer?

A vida sempre nos traz, e sempre nos trará obstáculos que devemos ultrapassar, e mesmo sabendo desse fato, que é inexorável, continuamos com a triste tendência a fantasiá-la, como se fosse possível vivê-la sem experimentar a dor.

A dor e o sofrimento fazem parte da vida, bem como o prazer e a alegria. Mas enquanto não aceitarmos essa realidade, como podemos aceitar a vida? Todos, sem exceção, somos limitados, e é por isso que ainda precisamos da dor para expandirmos nossa compreensão, nossa compaixão, nossa consciência.

A dor faz parte da vida! É preciso parar de fugir dessa realidade e aprendermos a enfrentar nossos problemas com os pés bem firmes no chão. Se pudermos transformar nossa atitude diante da vida, certamente conseguiremos encarar o sofrimento e a dor de outra forma.

É importante sair da anestesia, parar de se drogar, de beber, de fazer compras compulsivas, de jogar, de "fingir que não é conosco", tudo em nome da fuga da realidade do sofrimento que é inerente à vida. Uma boa maneira de compreendê-la, é tentar entender seu próprio ciclo de vida, morte e renascimento que o carma nos traz.

Quando nos encontramos no olho do furacão, ou seja, quando algo de terrível nos acontece, é como se perdêssemos o chão, não conseguimos elaborar nossos sentimentos, nos sentimos confusos e perdidos em um mar de lamentações.

Experimentamos a revolta e a raiva, mas quando conseguimos enfim, olhar para o problema de forma mais racionalizada, quando olhamos para fora de nós e percebemos que não somos os únicos a sofrer e principalmente, quando nos conscientizamos que o sofrimento faz parte da vida de todos nós, saímos da posição de vítimas, de únicos sofredores, e milagrosamente algo dentro de nós começa a acontecer e o sofrimento diminui.

Todos estamos envolvidos na cadeia cármica, todos estamos encarnados e como seres encarnados que somos, sofremos. Nossa alma é prisioneira desse corpo e padece dentro dele para se desenvolver. Assim como você, todos os nossos irmãos planetários, em todos os países, estão sofrendo. Seja através da guerra, da doença, da fome, do frio ou das perdas.

E é por isso que, mais uma vez eu peço a sua reflexão e a abertura interior da possibilidade de olhar para o sofrimento com outros olhos e da tentativa de mudança dessa atitude diante da vida.

O sofrimento e a dor, sejam eles oriundos de qualquer causa, que infelizmente nós mesmos colocamos em ação, fazem parte da vida, e sem o acolhimento e o reconhecimento da dor e do sofrimento como parte integrante e inerente ao nosso crescimento, decididamente nunca seremos felizes!

Retirado de: http://esoterico.terra.com.br/vidainterior/interna/0,,OI906401-EI5932,00.html

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Blá, blá, blá


Um dia de risada
na tpm agitada
chegar em casa acabada

Akela breja gelada
a unha lascada
bater boca por nada

Um som pra relaxar
esparar o amor chegar
ficar na net pra variar

É verão e férias
a gente se rebela
e vai bater canela

Mais um ano começa
a esperança impera
e a gente vai pra galera